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sábado, 5 de novembro de 2011

Rio Branco empata com o Real Noroeste e está eliminado da Copa Espírito Santo

Por ter feito melhor campanha na primeira fase, os Merengues avançam para a decisão 


Real elimina o Rio Branco . Foto: Gabriel Lordêlo
A história se repetiu. Assim como em 2010, o Real Noroeste eliminou o Rio Branco da Copa Espírito Santo.  Os Merengues mostraram na noite deste sábado (5), no Estádio José Olímpio da Rocha, que o raio cai duas vezes no mesmo lugar e empataram com Capa-preta em 2 a 2.  Por ter feito melhor campanha na primeira fase e ter empatado o jogo de ida, o Real garantiu vaga na final da Copinha.

O adversário dos Merengues sai amanhã do clássico entre Desportiva Ferroviária e Vitória, às 10 horas, no Estádio Engenheiro Araripe.



Essa é a terceira vez em um ano e três meses de vida que o Real Noroeste chega em uma final. Em 2010, na primeira competição oficial do clube, os Merengues chegaram à decisão da Copa ES. Neste ano, o time do Norte do Estado ficou em segundo lugar na Série B do Capixabão.


O jogo

Precisando marcar para reverter a situação, o Rio Branco começou a partida indo para cima do Real Noroeste. Os primeiros minutos no Estádio José Olímpio da Rocha foram de pressão Capa-preta. Aos 16 minutos, Ronicley driblou dois marcadores e foi derrubado na área. Pênalti para o Rio Branco. Na cobrança, Gil Baiano bateu para a defesa de Marcão. Mas nem deu tempo de se lamentar. Dois minutos depois, o Brancão abriu o placar.


Ronicley cruzou de forma despretensiosa e o mesmo Marcão que havia acabado de salvar o Real falhou. 1 a 0 Rio Branco..

O gol acordou o time merengue. O Real partiu para cima do Capa-preta e empatou aos 25 minutos. Willy foi derrubado na área e o árbitro Anderson Bassotto marcou pênalti. O próprio Willy cobrou e converteu. 1 a 1.

Willy, artilheiro do Real Noroeste, marcou o primeiro gol do time Merengue. Foto: Chico Guedes

Segundo tempo

O empate não interessava o Capa-preta, que começou a segunda etapa partindo para cima do time da casa. Aos seis minutos, o time comandado por Mauro Rosa marcou, mas o árbitro Anderson Bassotto anulou.

O gol anulado esfriou os ânimos alvinegro, que viram a situação se complicar ainda mais aos 11 minutos. O lateral capa-preta Vitor Bubu derrubou o meia Pedrinho e foi expulso, deixando o time da Capital com um a menos. Seis minutos depois, o balde de água fria. Pedrinho cobrou falta e Nei colocou a cabeça para deixar o Real na frente. 2 a 1.

Os Merengues passaram a dominar o jogo, mas a última chama de esperança alvinegra veio aos 22 minutos. Thiago Keller, que entrou no segundo tempo, chutou de fora da área, no canto do goleiro Marcão, deixando a partida empatada mais uma vez.

A partir daí foi só emoção. Precisando marcar para ir para a decisão, o Capa-preta se animou e foi para cima. Mas o Real segurou o placar. Ao final do jogo, festa merengue, que comemorou mais uma classificação para uma final. Do lado capa-preta, frustração e tristeza pela segunda eliminação pelos Merengues.


Para o Real Noroeste, o ano do acesso à Série A do Capixabão pode ser coroado nos próximos dois domingos. Já para o Capa-preta, o ano de 2010 acabou, da forma mais melancólica possível.


sábado, 29 de outubro de 2011

Desportiva Ferroviária derrota Vitória e sai na frente na briga por uma vaga na final da Copa ES

A Desportiva Ferroviária saiu na frente na disputa por uma vaga na final da Copa Espírito Santo 2011. Jogando fora de casa, no Salvador Costa, na tarde deste sábado (29), a Tiva derrotou o Vitória por 1 a 0. O zagueiro Tony marcou o gol grená.

A Tiva, que joga por dois resultados iguais, pode perder por até um gol de diferença no próximo domingo (6), às 10 horas, no Estádio Engenheiro Araripe, na partida de volta da semifinal.

O jogo


A Desportiva começou a partida mostrando porque tem a melhor campanha da Copa ES. Empurrada pela torcida grená que lotou a área destinada aos visitantes no Salvador Costa, a Tiva partiu para cima e logo dominou o jogo. O primeiro lance de perigo foi aos 10 minutos. Após um vacilo da zaga alvianil, Flávio invadiu a área e chutou para defesa de Robson Bahia.

Era só pressão da Desportiva, e aos 18 minutos, saiu o gol grená. Após cobrança de escanteio de Arpini, o zagueiro Tony dominou e mandou no fundo da rede.


Jogadores da Desportiva  comemoram o gol de Tony, no Salvador Costa. Foto: Ricardo Medeiros

O gol acordou o Vitória, que melhorou na partida. No minuto seguinte, Vitinho recebeu livre na área e assustou o goleiro Dênis. Com mais posse de bola, o Alvianil de Bento Ferreira tentava chegar ao gol de empate, mas esbarrava na desorganização da equipe.

Aos 42 minutos, o Vitória teve a melhor oportunidade da primeira etapa. O atacante Vitinho tocou para Marcelo Pelé, que mandou de calcanhar para Feijão. O jovem jogador alvianil teve duas oportunidades para marcar. Na primeira, o goleiro Denis defendeu. E na segunda, jogou na trave.

Segundo tempo

Logo no início da segunda etapa, Fusquinha, que entrou no lugar de Kenio, cobrou falta e mandou a bola no travessão.  Aos 18 minutos, o Vitória ficou perto do empate em um lance que Feijão cruzou e Marcelo Pelé chegou atrasado.

A Desportiva seguia tranquila na partida. Já o time do técnico Vevé tentava de qualquer forma chegar ao gol de empate. Mas não conseguiu. Final Desportiva 1 a 0.

Vitória: Robson Bahia; Roni (Kennio), Leandro, Ernandes, Walace; Diogo, Zanini, Flávio Santos; Marcelo Pelé e Vitinho. Técnico: Vevé

Desportiva Ferroviária: Reinaldo, Vitor Bubu, Leandro Souza, Pipoca e Helder; Gil Baiano, Ramon, Thiago Keller e Ronicley; Rodolfo e Humberto. Técnico: Mauro Soares


Confira os lances:


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Vitória e Desportiva Ferroviária se enfrentam em busca da vaga na final da Copa ES 2011

Vitória e Desportiva Ferroviária fazem neste sábado (29), às 15 horas, no Estádio Salvador Costa, o jogo de ida das semifinais da Copa Espírito Santo 2011. Por ter feito melhor campanha na primeira fase, os grenás têm a vantagem de jogar por dois resultados iguais.

Pelo lado do Vitória, o zagueiro Nino, o volante Carlos Alberto, e os meias Gugu e Jean, todos lesionados, não jogam. No time titular, as dúvidas de Vevé são na lateral e no meio. O lateral direito Roni pode perder a vaga para Kênnio. No meio, Fusquinha pode entrar no lugar de Guga.

Pelo lado da Tiva, o único problema do treinador Mauro Soares é Léo Oliveira, que cumpre suspensão e não joga. Robinho entra na vaga.

A última vez que Vitória e Desportiva Ferroviária se enfrentaram foi em 1999, pelo Campeonato Capixaba. A partida ficou em 1 a 1, no Engrenheiro Araripe.

Escalações:

Vitória: Robson Bahia; Roni (Kênnio), Leandro, Ernandes e Wallace; Diogo, Zanini, Guga (Fuskinha) e Flavinho; Vitinho e Marcelo Pelé. Técnico: Vevé

Desportiva:  Dênis; Thiago, David, Tony e Reinan (Geovani Santos); Diogo, Gilmar, Pablo e Arpini; Robinho e Flávio. Técnico: Mauro Soares

Siga as páginas da Águia Azul de Bento Ferreira e da Locomotiva Grená no Facebook e acompanhe os lances da partida.

sábado, 22 de outubro de 2011






















Quatro times. Um só sairá campeão

Os confrontos das semifinais da Copa Espírito Santo 2011 já estão definidos. No próximo sábado, às 15h30, Vitória e Desportiva fazem o clássico no Estádio Salvador Costa, na Capital. Na outra partida, que acontece no mesmo horário, Rio Branco e Real Noroeste jogam no Estádio Engenheiro Araripe, em Cariacica. A partida de volta está marcada para o 5 de novembro. O campeão da Copinha garante vaga na Copa do Brasil 2012.





Um título para carimbar a volta da Desportiva Ferroviária

Flávio, da Tiva, artilheiro da Copinha. Foto: Chico Guedes
Nem o torcedor grená mais otimista poderia esperar uma volta tão boa. Após 12 anos longe do futebol profissional, a Desportiva Ferroviária voltou aos gramados com tudo e colocou sua Locomotiva nos trilhos da vitória. O triunfo por 2 a 0 em cima do Vila, na partida de estreia, mostrou o que estava por vir. 

Mesmo após uma crise, que se instalou após o empate com o Rio Branco e a derrota para o Capixaba – que resultou na demissão do técnico Aridelson Bianchi – , as vitórias em cima do Serra (3 a 1 e 4 a 1) e Vilavelhense (3 a 1), fizeram a Tiva se classificar em primeiro lugar no Grupo A.

Agora, o torcedor grená, que viu a Desportiva Capixaba ser campeã da Copinha em 2008, quer ver a Ferroviária levando o título para carimbar de vez a volta ao futebol.



Rio Branco em busca do título inédito

Gil Baiano, do Rio Branco. Foto: Everton Nunes
Maior vencedor do futebol capixaba, o Rio Branco sente falta de um título na sua extensa lista de conquistas: o Copa Espírito Santo. O Capa-preta chegou próximo ao título da Copinha em 2009, quando perdeu para o Vitória na final.

Nesta edição, o Brancão se classificou para as semifinais em uma campanha de altos e baixos. O time, como sempre, entrou como favorito, mas um empate em 0 a 0 com o Capixaba, na primeira rodada, fez a torcida alvinegra ficar com um pé atrás. 

Nem mesmo a vitória em cima do Vilavelhense, na rodada seguinte, foi capaz de acabar com a desconfiança, já que após essa vitória, o time do técnico Mauro Rosa empatou quatro partidas consecutivas. A vitória, enfim, veio contra o Serra (3 a 1). E a classificação foi em alto estilo: triunfo por 1 a 0 em cima da arqui rival Desportiva.


Real Noroeste quer se reafirmar no futebol capixaba

Willy, artilheiro do Real Noroeste. Foto: Chico Guedes
Perto de times quase centenários como Rio Branco e Vitória e de uma grande campeã como a Desportiva, o Real Noroeste poderia chegar à semifinal como mero coadjuvante. Mas o retrospecto dos Merengues nos últimos campeonatos deixa os gigantes de olho bem aberto. 

Fundado em 2008, o Real – time mais novo do futebol capixaba – disputou sua primeira competição oficial em 2009. E já de cara mostrou que quer ser grande. A equipe surpreendeu com sua estrutura e seu estádio, em Águia Branca. E na Copinha de 2010, eliminou o Rio Branco, adversário do próximo sábado.

Neste ano, o Real conseguiu acesso para a elite do futebol capixaba ao ficar em segundo lugar na Série B. 



Vitória rumo ao tri

Leandro, heroi da classificação do Vitória. Foto: Chico guedes

Se tem um time que sabe bem o caminho certo para conquistar a Copa Espírito Santo, esse time é o Vitória. Nas duas últimas edições, a Águia azul de Bento Ferreira voou mais alto e levantou a taça. Em 2009, vitória em cima do Capa-preta na final. Em 2010, a consagração veio em cima do Real Noroeste. As duas equipes são possíveis adversárias na final deste ano.

Na chave mais disputada da competição, o Alvianil só conseguiu a classificação na última rodada, após vencer o Linhares por 3 a 2, terminando a primeira fase em segundo lugar, com três vitórias, quatro empates e uma derrota.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Sandy Pires, do Vitória, é eleita a Musa da Copa ES 2011
















A beleza da morena Sandy Pires, musa do Vitória Futebol Clube, conquistou o torcedor capixaba. Em enquete realizada aqui no Capixaba FC, a bela foi eleita, com 62% dos votos, a Musa da Copa Espírito Santo 2011. A capa-preta Suzana Rosseto recebeu 38% dos votos e ficou em segundo lugar.

O CFC bateu um papo com a Musa Alvianil:



Fotos: Leonardo Gurgel/BG Fotografia
Capixaba FC: Você já tinha imaginado que um dia seria Musa de um time de futebol?

Sandy Pires: Não, nunca imaginei e nem planejei isso. Surgiu a oportunidade e diante da proposta aceitei e fiquei lisonjeada com o convite. 

CFC: O que mudou na sua vida depois que se tornou Musa do Vitória?

SP: Bom, tive meu nome e carreira completamente ligados ao clube. As pessoas passaram a me conhecer através do Vitória. A exposição na mídia, como a permanência do meu ensaio no GloboEsporte.com durante semanas foi uma das mudanças que eu senti após o título de musa.

CFC: Quando você começou a torcer pela Vitória?

SP: Eu nunca fui diretamente ligada ao futebol, nem mesmo nacional, mas sempre acompanhei os principais acontecimentos do esporte aqui do Estado, como a Copa ES, e minha torcida sempre foi do Vitória.


CFC: Você costuma ir ao Estádio Salvador Costa?

SP: Sempre que posso. Acho importante acompanhar o empenho dos jogadores em conquistar mais um título para o nosso Clube.

CFC: O que você acha da relação entre as mulheres e o futebol?

SP: Acho importante, assim como a torcida dos homens, os capixabas de um modo geral apoiarem e prestigiarem o futebol capixaba, assim como apoiam e torcem para os times de fora. Nosso futebol está em constante evolução e merece a nossa torcida!





CFC: Como é representar a Vitória Futebol Clube, time profissional mais antigo do Estado?

SP: É totalmente novo. O Estado nunca teve uma Musa em toda a sua história no futebol, e é com grande prazer que carrego esse título, inovando com o futebol Capixaba.

CFC: O Vitória é bicampeão da Copa Espírito Santo. Você está confiante no tri este ano?

SP:
Acredito sim. O jogo de sábado, contra o Linhares, vale a classificação e eu acredito fortemente nos meninos e estarei torcendo por eles no estádio! 


CFC: Quem é o seu ídolo no Vitória?

SP: Eu admiro especialmente o futebol do Vitinho. Ele é rápido, finaliza bem e movimenta o jogo. Tenho me surpreendido com a atuação do atacante Marcelo Pelé também. São minhas apostas para o importante jogo de sábado contra o Linhares. 

CFC: Mande um recado para a torcida alvianil

SP: Agora é acreditar junto com a torcida no TRI. Temos bons jogadores, o técnico Vevé está trabalhando pesado na preparação do time e vamos com tudo.  A Musa fica na torcida querendo mais um título para no nosso Clube, paixão alvianil!

terça-feira, 1 de março de 2011

Copa do Brasil: tudo ou nada para o Brancão em Ipatinga

O Rio Branco embarcou ontem para o Vale do Aço, em Minas Gerais, onde enfrenta o Ipatinga, quarta-feira, às 21h, pela Copa do Brasil. Para conseguir a classificação inédita na segunda fase, o Capa-preta tem que vencer por dois gols de diferença ou por 2 a 1, 3 a 1 e assim por diante. Em caso de vitória por 1 a 0, a decisão vai para os pênaltis.

Derrotado na primeira partida, em casa, por 1 a 0, o Rio Branco vai entrar no Ipatingão com o mesmo time que venceu o Colatina por 2 a 1, na última rodada do Capixabão. Para dar mais agilidade ao ataque, o técnico Cosme Eduardo vai sacar o atacante Rodolfo, que foi titular na partida contra o Ipatinga, e adiantar o meia David, que formará dupla com Humberto. Além dos mais experientes Bruno Barbosa e Evandro- em recuperação-, o garoto João Paulo, que entrou na partida contra o Tigre, também é opção no ataque. O volante Lewis, que sentiu a coxa durante os treinamentos, é dúvida.

Para não repetir os erros de finalizações da primeira partida, Cosminho diz que o time precisa ser mais concentrado na hora de atacar. Quem pensa o mesmo é o volante Gil Baiano. “Nós temos que estar mais concentrados, não só nas finalizações, mas durante o jogo inteiro”.

O capitão Ronicley, um dos poucos poupado pela torcida após a derrota da semana passada, chama a responsabilidade para ele. “Eu me sinto privilegiado, porque todos confiam no meu futebol. Assumo a responsabilidade na partida”.




Para se classificar, o Rio Branco tem que fazer o que não faz há muito tempo: vencer longe de casa

Se depender do retrospecto do Capa-preta em partidas fora do Espírito Santo, o futebol capixaba vai ficar mais um ano sem passar da primeira fase da Copa do Brasil. Para quebrar o jejum que já dura 13 anos sem nenhum time capixaba passar da primeira fase da Copa do Brasil, o Rio Branco terá que quebrar um próprio jejum que dura mais tempo: 16 anos.

Desde 1995 o Capa-preta não vence uma partida fora de casa em jogo válido por competições oficiais realizadas pela CBF. A última vitória foi no dia 7 de outubro de 1995 contra o Galícia da Bahia, pela terceira fase do Campeonato Brasileiro da Série C. De lá para cá foram 20 jogos, 11 derrotas e 9 empates.

Jogos do Brancão fora do estado
Campeonato Brasileiro Série D 2010
Madureira 2x1 Rio Branco
Uberaba 6x1 Rio Branco
América 3x2 Rio Branco
Camaçari 1x1 Rio Branco

Campeonato Brasileiro Série D 2009

Atlético de Alagoinhas 4x2 Rio Branco
Flu de Feira 2x2 Rio Branco
Macaé 1x1 Rio Branco

Campeonato Brasileiro Série C 2003
Tupi 3x0 Rio Branco
Goytacaz 3x0 Rio Branco

Campeonato Brasileiro Série C 2002
Tupi 3x0 Rio Branco
Ipatinga 0x0 Rio Branco

Copa do Brasil 2000
Botafogo 5x0 Rio Branco

Copa do Brasil 1999
Portuguesa 4x0 Rio Branco

Campeonato Brasileiro Série C 1997
Tupi 3x0 Rio Branco-ES
Campo Grande 0x0 Rio Branco-ES
Villa Nova 1x1 Rio Branco-ES
América-RJ 0x0 Rio Branco-ES
Friburguense 0x0 Rio Branco-ES

Campeonato Brasileiro Série C 1995
Volta Redonda-RJ 1x1 Rio Branco-ES
América-RJ 1x0 Rio Branco-ES(Nos pênaltis: América 3x4 Rio Branco)
Galícia-BA 0x1 Rio Branco-ES


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Copa do Brasil: mineiros do Ipatinga invadem a praia do Rio Branco.

Como em todo verão, quando os mineiros invadem as terras capixabas para aproveitar as praias e as belezas do Espírito Santo, os mineiros do Vale do Aço chegaram comendo quieto, invadiram a “praia” do Rio Branco e foram para casa com a vantagem de 1 a 0 na mala, na noite desta quinta-feira (23), no Salvador Costa, em Vitória. Léo Medeiros foi o autor do gol da primeira vitória do Tigre na temporada.

A partida de volta será na próxima quarta-feira(02), no Ipatingão, em Ipatinga, às 21h. Quem passar pega o Avaí, que eliminou o Vilhena, em Rondônia, vencendo por 3 a 0. Para garantir a classificação na próxima fase, o Capa-preta terá que vencer por dois gols de diferença na partida de volta. Se vencer por um gol (2x1 em diante), também fica com a vaga. Se perder por 1x0, o jogo vai para os pênaltis. O Tigre joga pelo empate.

Rio Branco começa bem

A torcida, mesmo desconfiada com o time que só venceu duas partidas no Capixabão, compareceu em peso. E apoiando o time desde o inicio viu o Rio Branco partindo para cima da equipe do Vale do Aço. Se movimentando bastante, o Capa-preta chegou pela primeira vez aos quatro minutos. Evandro, que atuou na lateral esquerda, aproveitou um rebote na entrada da área e bateu forte para a defesa do goleiro Raniere.

A torcida não parava de cantar. O Rio Branco dominava o jogo, mas, desorganizado, não conseguia finalizar. Acuado, o Ipatinga chegou pela primeira vez aos 18 minutos. Rodrigo Antônio cruzou da direita para Alessandro, mas a zaga capa-preta chegou primeiro.

Léo Medeiros marca para o Tigre

Assim como o Vitória diante do Goiás, o Rio Branco começou melhor, mas levou o primeiro. Aos 21, o arbitro Rodrigo Nunes marcou falta para o Ipatinga na entrada da área. Léo Medeiros, ex-Flamengo e Bahia, cobrou com categoria no ângulo do goleiro Felipe. 1 a 0 para o Tigre.

O gol desanimou a equipe e a torcida, que, apreensiva com a possibilidade do segundo gol, pouco cantou depois disso. Errando passes e desperdiçando várias oportunidades, o Rio Branco caiu de produção. E só conseguiu chegar ao ataque aos 29. Emílio mandou uma bomba no canto e Ranieri fez boa defesa.

Aos protestos da torcida, o time capixaba, mal tecnicamente, não conseguia reagir. O único lance de perigo da primeira etapa veio dos pés de Gil Baiano, que não jogava bem. O volante arriscou forte de fora da área, mandando a bola por cima do gol de Raniere.

Segundo tempo com a mesma cara do primeiro

O Rio Branco começou o segundo tempo da mesma forma que terminou o primeiro: com maior posse de bola, errando passes, sem criatividade e mal tecnicamente. O técnico Cosme Eduardo sacou o vaiado Rodolfo, que errou tudo que tentou, e colocou o não menos vaiado Bruno Barbosa, que já entrou sendo pressionado.

Aos 14 minutos, Emílio recebeu na entrada da área, deixou o marcador para trás e bateu para a defesa de Raniere. Aos 19 minutos mais uma substituição. Cosminho tirou o apagado David e colocou Rodolfo. O artilheiro capa-preta na temporada saiu de campo xingado e respondeu fazendo sinal de positivo para a torcida.

Ainda errando passes, o Rio Branco não conseguia armar uma jogava perigosa, e o Ipatinga passou a jogar nos erros da equipe da casa. O técnico Guilherme Alves, estreante da noite, tirou o autor do gol, Léo Medeiros, e colocou Willian Júnior. A mesma torcida que xingou David pediu João Paulo. Cosminho atendeu e colocou o menino no lugar de Emílio.

Aos 30 minutos, Ronicley fez bonita jogada pela esquerda, entrou na área, driblou o zagueiro, mas bateu fraco. Sete minutos depois quase sai o empate do Rio Branco. Ronicley desviou escanteio cobrado por Eduardo, a bola sobrou para Bruno Barbosa. O atacante escorou para trás, mas a zaga mineira chegou antes de Wedson Pipoca.

A preocupação em tomar um gol e ser eliminado ainda tomava conta do Salvador Costa quando alguns torcedores deixavam o estádio. Os que ficaram, apreensivos, protestavam contra a equipe. Aos gritos de “Oh oh oh queremos jogador” e “Time sem vergonha”, o Rio Branco tentava jogadas com João Paulo, em vão, enquanto o Ipatinga segurava o placar. A inquietação só terminou com o apito final. Ipatinga 1x0 Rio Branco.

Rio Branco
Felipe; Luciano, Estevão, Wedson Pipoca e Emílio (João Paulo); Gil Baiano, Lewis, Ronicley e David (Eduardo); Humberto e Rodolfo (Bruno Barbosa). Técnico: Cosme Eduardo

Ipatinga
Raniere; Marcelinho, Max e Júlio Terceiro; Luizinho, Leanderson (Leandro Brasília), Rodrigo Antônio, Léo Medeiros (Willian Júnior) e Marinho Donizete; Chiquinho e Alessandro.
Técnico: Guilherme Alves.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Copa do Brasil: é a vez do Brancão!

Se os 11 jogadores titulares estão longe de estarem 100% em campo, o Rio Branco espera contar com o “12º jogador” para derrotar o Ipatinga, nesta quarta-feira (23), às 21h, no Estádio Salvador Costa, em Vitória. Em débito com a torcida, o Capa-preta ainda não empolgou no Capixabão, mas espera fazer bonito e passar de fase pela primeira vez na Copa do Brasil. Os ingressos para a partida já estão a venda desde segunda-feira.


Com a missão de organizar o Capa-preta, que apesar de ocupar a quarta colocação no estadual ainda não empolgou em nenhuma das duas vitórias, o técnico Cosme Eduardo, que assumiu a equipe há 20 dias, ainda não encontrou a escalação perfeita. Uma das grandes preocupações de Cosminho é a defesa, a segunda mais vazada do estadual (nove gols). Para não ver o time eliminado já na primeira partida – em caso de derrota por dois gols de diferença –, a conversa com a dupla Estevão e Wedson Pipoca já foi reforçada.


O ataque também preocupa. A má pontaria nos últimos jogos vem irritando a torcida. David, artilheiro do time na temporada com três gols, diz que falta concentração aos jogadores. “Temos que chegar mais concentrados, pois estamos tomando gols por falhas individuais e deixando de aproveitar chances claras de gols”, desabafa o artilheiro.


Quem quer cair na graça da torcida é Rodolfo. O atacante, que entrou no time titular com as contusões de Evandro e Bruno Barbosa, marcou dois gols em dois jogos, e deve entrar na partida contra o Ipatinga.


Confira as participações do Capa-preta na Copa do Brasil













Ipatinga quer vitória para sair da crise

Na lanterna do Campeonato Mineiro, o Ipatinga quer respirar outros ares para sair da crise. Ainda sem vencer na temporada, o Tigre passa por um momento de renovação. E como toda renovação começa de cima, a primeira mudança foi de técnico. Após a saída de Gérson Evaristo, que comandou a equipe na campanha da Série B do Campeonato Brasileiro em 2010, quando o time foi rebaixado, a diretoria anunciou o nome do ex-jogador Guilherme Alves.

Guilherme, que chegou segunda-feira em Minas Gerais para comandar a equipe, já conta com peças novas para montar o elenco. A principal delas é o atacante Alessandro, que volta de empréstimo junto ao Sport. Maior goleador da história do clube com 53 gols, Alessandro é a esperança para acabar com a seca no ataque do Tigre, que só balançou as redes adversárias duas vezes no estadual. O atacante, que chegou ao time do Vale do Aço em 2007, ano em que marcou 25 gols na Série B, foi o goleador do futebol mineiro na última temporada com 28 gols – 21 deles marcados na Série B, o que garantiu ao atacante a artilharia do campeonato.

Se esse ano a bola teima em não entrar nas redes adversárias, na própria baliza ela já passou 12 vezes em cinco jogos. Quem chega para tentar mudar as estatísticas é o zagueiro Vágner, que disputou a última temporada pelo Bahia e marcou cinco gols. “Espero ter uma passagem vitoriosa no clube e marcar época com a camisa do Ipatinga”, disse o zagueiro revelado pelo Atlético-MG ao site oficial do Ipatinga.


O técnico Guilherme Alves ainda não definiu o time para a partida de quarta-feira contra o Rio Branco. Mas a equipe que vai entrar em campo deve ser a mesma que foi derrotada pelo Cruzeiro por 2 a 0, no último sábado: Ranieri, Marcelinho, Max e Eron e Luizinho, Leanderson, Leandro Brasília, Rodrigo Antônio, Wanderson e Marinho Donizete; Alessandro.



Campanha do Ipatinga no Campeonato Mineiro 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vitória perde para o Goiás e é eliminado da Copa do Brasil

O bom público que compareceu ao Salvador Costa na noite desta quarta-feira (16), por um tempo achou que finalmente o hiato de 13 anos sem nenhum time capixaba passar da primeira fase da Copa do Brasil iria acabar. O Vitória começou a partida pressionando o experiente Goiás. Mas a experiência que sobrava no Esmeraldino faltava no Alvianil. O time goiano não desperdiçou as poucas oportunidades que teve e goleou o Vitória por 4 a 1, eliminando o time capixaba da Copa do Brasil.



O jogo

Tinha tudo para ser uma noite de gala para o futebol capixaba. Antes do apito inicial, as dependências do Salvador Costa já estavam lotadas, ficando apenas a parte destinada aos torcedores goianos praticamente vazia. Faixas das organizadas tremulavam enquanto uma queima de fogos ecoava no céu de Bento Ferreira para recepcionar o Vitória. E quando o árbitro autorizou a partida, a noite parecia que iria ser boa.

Ao som da bandinha fanfarra que não parava de tocar, o líder do Capixabão partiu para cima do Goiás. Logo no primeiro minuto, Wanderson desviou um cruzamento e Vitinho quase abriu o placar. Mostrando que conhecia mais o campo, o Alvianil tocava a bola com categoria e dominava o jogo. Aos seis minutos, Gugu bateu para dentro da área e achou Vitinho, que, em posição irregular, mandou a bola para o fundo da rede, mas o arbitro marcou impedimento.

O Goiás foi ao ataque pela primeira vez aos oito minutos, com Thiaguinho. O atacante recebeu pela direita e cruzou na área, mas Diogo cortou. Na jogada seguinte, resposta do Alvianil. O artilheiro Vitinho recebeu na direita e cruzou. Flávio Santos levou a melhor contra a zaga goiana e cabeceou por cima da trave.

Quem não faz leva...

A águia ainda pressionava. Aos 15 minutos, Flávio Santos chutou de fora, a bola bateu na zaga e sobrou para Vitinho, que, dentro da área, dominou e chutou forte para defesa de Harlei. Dois minutos depois o velho ditado “quem não faz leva” se fez presente. Thiaguinho cobrou falta na área e Hugo, de cabeça, mandou no canto esquerdo do goleiro Reinaldo, calando a bandinha fanfarra. Na saída de bola o Vitória quase empata. Helinho cruzou, Wanderson escorou para Vitinho, que, sozinho, cabeceou para fora.

Aos 21 minutos, Hugo, autor do gol, foi expulso ao reclamar com o árbitro após uma falta. Mesmo com um jogador a mais, o Vitória diminuiu o ritmo do jogo. No último lance de perigo do Alvinail na primeira etapa, aos 28 minutos, o lateral Helinho foi ao ataque, driblou a zaga goiana, e chutou de fora da área. A bola passou no canto esquerdo do goleiro Harlei.

Segundo tempo

Para tornar a equipe mais ofensiva, o técnico Fábio Henrique colocou o atacante Hércules no lugar de Gugu. O técnico goiano, Arthur Neto, sacou o volante Carlos Alberto e colocou o também volante Amaral.

A entrada de Hércules surtiu efeito. Aos três minutos, o atacante roubou a bola de Ernando, e chutou para as redes, mas o árbitro Emerson de Almeida marcou falta do atacante alvianil. Três minutos depois, Ernandes acertou uma cotovelada no adversário e foi expulso da partida. Com a expulsão do zagueiro, Fábio Henrique fez outra mudança. Colocou Fusquinha no lugar de Flávio Santos. Aos 16 minutos, Hércules fez linda jogada pela direita, invadiu a área esmeraldina, e tocou por cima do goleiro Harlei. A bola desviou em Rafael Tolói e balançou a rede do Goiás: 1 a 1. Explosão nas arquibancadas. Música na bandinha fanfarra no último volume.

A reação do time da casa ficou por isso mesmo. O Goiás cresceu no jogo. Aos 24, após uma cobrança de lateral do time goiano, o zagueiro Nem deixou a bola passar e Rafael Tolói, de frente com o goleiro Reinaldo, dominou e colocou o Esmeraldino na frente mais uma vez.

O gol de Rafael Tolói foi o que cortou as asas da águia, que a partir daí desanimou. Aos 28 minutos, Helinho faz falta em Robert dentro da área. Pênalti que Marcelo Costa cobrou com categoria: 3 a 1.

Alguns torcedores começaram a deixar o estádio. Só dava Goiás, que dominou o jogo completamente. Os que saíram antes do Salvador Costa não viram Marcelo Costa, aos 42, acabar de vez com as esperanças do Alvianil. Em um contra-ataque, o meio campista do esmeraldino recebeu de Robert e mandou no canto esquerdo de Reinaldo, marcando o quarto, acabando com a partida e com o sonho da águia em voar mais alto.

Vitória: Reinaldo; Helinho, Nem, Ernandes e Wallace; Diogo, Zanini, Flávio Santos (Fusquinha) e Gugu (Hércules); Wanderson (Sidnei) e Vitinho. Técnico: Fábio Henrique

Goiás:
Harlei; Marcão, Ernando e Rafael Toloi; Oziel, Zé Antônio, Carlos Alberto (Amaral), Marcelo Costa e Diogo (Robert); Thiaguinho e Hugo. Técnico: Artur Neto